segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Atitude!

Sabemos o quanto ainda é incomum olhar pro mar e ver muitas mulheres surfando, já que desde sempre a grande maioria dos surfistas é composta por homens. Mas nós percebemos que isso é uma realidade que está em mudanças, o surf não é mais visto como um esporte exclusivamente para homens, e mais meninas têm curiosidade de conhecer a sensação de surfar uma onda.
A história que trago pra vocês hoje, trata-se de algo bem mais profundo do que isso. Em um país onde mulheres só podem caminhar nas ruas se estiverem completamente vestidas dos pés á cabeça, uma delas se tornou a primeira mulher à surfar no Irã.
Confira a reportagem:

Primeira a surfar no Irã tenta levar o esporte a mulheres e crianças do país
Irlandesa Easkey Britton capta recursos para ensinar a população. Viagem à República Islâmica virou documentário, que será lançado na França.


Quando pôs os pés sobre a prancha, ainda menina, Easkey Britton não imaginava chegar tão longe. Era década de 90, nas águas frias da costa oeste da Irlanda. Mas, entre correntes e marés, ela dropou o preconceito e se tornou, aos 26 anos, a primeira mulher a surfar no Irã. O feito virou um documentário, com lançamento previsto para esta terça-feira, na França. E a experiência que mudou sua vida ganhou um segundo capítulo, com o sonho de difundir o esporte no país, principalmente entre mulheres e crianças.

Em uma entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, por e-mail, Easkey conta o que viu no país do aiatolás, seus planos para o futuro e como o esporte pode transformar as pessoas. Veja fotos da viagem da irlandesa ao Irã.


Easkey Britton se tornou a primeira mulher a surfar no Irã (Foto: EaskeyBritton.com)

"Estamos no estágio inicial de planejamento para introduzir o surfe no Irã. Queremos levar equipamento para ensinar a população. Mas não é fácil, precisamos planejar bem, captar recursos. Tivemos muita receptividade, especialmente com meninas e mulheres. Muita gente se juntou para olhar o que fazíamos."
Ao lado da cinegrafista francesa Marion Poizeau, Easkey permaneceu no país durante duas semanas, em um confortável hotel três estrelas, sem a companhia de um único turista ocidental.
"Tinha preconceito, não sabia muito sobre o país. Entendia um pouco da história do Império Persa. Mas minha imagem era toda baseada no que saía na imprensa. Um país com sanções nucleares, extremismo e com campanhas para direitos humanos."

Nos quase 20 dias em que permaneceu por lá, Easkey teve a oportunidade de conhecer, além do surfe, a cultura local e o cotidiano do povo.

"A hospitalidade foi o destaque da viagem. As pessoas foram cordiais e acolhedoras. Na verdade, você nunca escuta histórias sobre a população local e o cotidiano. Se você pudesse aprender a aceitar as pessoas como elas são, o mundo seria diferente. Agora, enxergo os dois lados, e ele é sempre mais complexo do que parece. O Irã é um país bonito. Há esperança de dias melhores e valores muito importantes, como a família."



Easkey Britton teve de cobrir os cabelos para surfar (Foto: EaskeyBritton.com).
A ideia de conhecer e surfar no país surgiu do espírito aventureiro, característico dos surfistas.


"Sempre adorei viajar, explorar novos lugares e aprender como as outras pessoas vivem. Então, acho que era inevitável acabar em algum lugar estranho com minha prancha. Claro que o Irã não é conhecido por suas ondas, mas percebi que poderia ser uma ótima experiência para acabar com preconceitos. Não queria permanecer ignorante. Senti que precisava ir, experimentar e tirar minhas conclusões."


O local escolhido foi uma praia próxima a Chabahar, no sul do país, perto da fronteira com o Paquistão. Em seu planejamento rumo ao desconhecido, Easkey e a cinegrafista Marion Poizeau  tiveram ajuda de uma empresa de turismo iraniana, que ajudou na logística:

"A primeira vez que encontrei Marion, ela estava na capital Teerã. Ela tinha uma pequena câmera HD, um grande entusiasmo para o desconhecido e para contar histórias, assim como eu. Fomos alimentada pela nossa paixão, curiosidade e um orçamento inexistente" - contou, empolgada.
E a imagem de uma praia deserta em um território inóspito não sai de sua cabeça.




"Com o surfe, você nunca sabe realmente o que vai ter pela frente, é imprevisível, ainda mais se tratando de Irã. Encontrar boas ondas seria a cereja do bolo. Mas tudo foi surpreendente! Descobrimos um banco de areia que dava boa formação, com ondas de 1 metro. Um cenário maravilhoso, com o deserto ao fundo, parecia Marte - completou ela, que comprou um hijab, não feito exclusivamente para o surfe, mas que serviu para cobrir seu corpo."

Meninas observam Easkey Britton (Foto: EaskeyBritton.com)

Surfe no nome, doutorado e ondas grandes

Surfista acaba de concluir doutorado. (Foto: EaskeyBritton.com)

Easkey Britton nasceu na Irlanda e se acostumou a surfar nas águas geladas da praia de Rossnowlagh, banhadas pelo Oceano Atlântico. Seu avô foi um dos pioneiros do esporte no país, quando, na década de 60, voltou da Califórnia com duas pranchas. Seria, então, redundância falar que o esporte está no sangue da família, mas, no caso dos “Easkey”, faz sentido. 

"Cresci no oeste da Irlanda, surfo desde criança - explica ela, batizada com o nome de um vilarejo na região costeira do país, tradicional destino de surfistas. Easkey deriva de ''Iasc'', que significa peixe em gaélico."

Títulos, reconhecimento internacional e patrocínios vieram com os anos. E a procura de boas ondas foi o passo seguinte. Com 16 anos, já havia se tornado a primeira irlandesa a se aventurar em Teahupoo, a temida onda do Taiti. Praias cubanas também já fazem parte do currículo de Easkey, que acaba de concluir um doutorado em conservação marinha e sonha virar surfista de ondas grandes.

"Recentemente, descobri minha paixão por surfe de onda grande, inspirada por outras mulheres como a brasileira Maya Gabeira, do Brasil, e a adorável argentina Mercedes Maidana."








segunda-feira, 29 de outubro de 2012

LIGA O SOM!


A música e o surf sempre caminharam juntos. Seja para te passar aquela instigação antes de cair dentro d’agua, para recordar uma trip irada com os amigos, ou simplesmente para voltar pra casa totalmente de boa depois de um bom dia de surf.

Há certo tempo atrás, culturalmente ao se pensar em trilha sonora de surfista se resumia em reggae e um Jack Jhonson da vida. Não estou dizendo que não curtimos, pelo contrário com certeza também parte faz da nossa playlist. Mas hoje em dia quanto mais diversidade melhor, o importante é que a música te passe aquela energia boa.
Os filmes de surf, vídeos e documentários são uma ótima oportunidade de você conhecer e ampliar seus horizontes com uma sonzeira de qualidade! E hoje eu vim aqui pra isso... 
Como uma boa usuária do Sound hound, um aplicativo bem bacaninha que você usa na hora que está tocando a música e já reconhece o artista, nome da música e álbum, facilita muito essa
caçada...



Preparei uma playlist para o instigar o feriado que vem por aí!
Aperte o PLAY E CORRA PRO MAR!















Por: Dandara Borges

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O SURF É PARA TODOS!


E aí, galera! Tô aqui hoje pra falar pra vocês sobre uma associação que muito me interessou e cativou, a Adaptsurf!
Fundada em 2007, a ADAPTSURF é uma associação sem fins lucrativos, que promove a inclusão e integração social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, garantindo igualdade de oportunidades e acesso ao lazer, esporte e cultura, através do contato direto com a Natureza. 






Paralelamente, o Instituto Adaptação e Surf desenvolve um projeto que visa melhorar as condições de acessibilidade das praias. E também, promove o Circuito Adaptsurf, que é o primeiro e único circuito de surf para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Com algumas mudanças no acesso às praias é possível levar qualquer pessoa ao contato com o mar, a areia e com as ondas, garantindo esse prazer tão maravilhoso que é o surf para todos sem exceção!

A proposta da associação é desenvolver e divulgar o surf adaptado para pessoas com deficiência, lutar pela preservação da Natureza e por melhorias na acessibilidade das praias.Eles, como nós também, acreditam que o surf pode ser uma excelente ferramenta nas questões sociais, culturais e ambientais por se tratar de um esporte saudável, democrático e de interação total com a Natureza.O surf adaptado tem se mostrado um excelente aliado na reabilitação de pessoas com algum tipo de deficiência, além de seus benefícios físicos e mentais, é capaz de proporcionar momentos de conquistas e desafios.





A participação no esporte adaptado às suas possibilidades confere ao indivíduo a oportunidade de desenvolver seu condicionamento físico, de se dedicar a atividades de lazer, de se tornar mais ativo, de viver mais feliz e com mais saúde!!




Achei fascinante o objetivo desse projeto, e mais ainda, o engajamento que é notório, a vontade de fazer dar certo, o empenho, a alegria, felicidade e satisfação que vemos em cada foto. O surf não é só um esporte, é um estilo de vida, que proporciona momentos incomparáveis e indescritíveis! O mundo do surf é mesmo INCRÍVEL! 



A Adaptsurf conta com alguns mantenedores e apoiadores, por exemplo, Nike, Geka, Kpaloa, Contempo... E já participou de alguns programas, como, Programa Esporte Espetacular, Programa Mais Você, Jornal Nacional, Encontro com Fátima Bernardes, dentre vários outros.. É um projeto verdadeiramente fascinante! Se interessou e quer saber um pouco mais? Dá uma olhadinha no site da associação e na fanpage! É demaais!
Site: http://www.adaptsurf.org.br
Facebook: http://www.facebook.com/ADAPTSURF






Se liga ai no vídeo:










Por: Nina Tajra

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Carta aos políticos – Da janela do quarto.


Estava eu um dia olhando pela janela do meu quarto, esperando o tempo passar. Alguém já parou para fazer isso? Do alto da janela podemos enxergar tantas coisas.
E foi o modo como as pessoas trafegam pelas ruas que me chamou mais atenção. Há pais levando os filhos para a escola nos seus carros importados, há pessoas indo trabalhar nos seus carros comuns, há jovens saindo para se divertir ou voltando para casa depois de um longo e cansativo dia de trabalho. Há ainda casais apaixonados e felizes, vivendo o começo de uma nova vida, e há as senhoras enchendo o porta-malas do de compras para abastecer a geladeira. Mas há, também, as pessoas que utilizam os transportes públicos, os ônibus, essas que acordam às cinco horas da manhã para estarem no trabalho às sete e voltarem para casa às dez da noite. Há também aqueles que aproveitam a bicicleta, com a mochila pendurada nas costas e suor no coração. Mas há ainda aqueles que não têm destino. Eles estão perambulando pelas ruas com a barriga cheia de vazio e caçando um pouquinho de amor e de esperança pelas calçadas da cidade grande.
Quando eu olhei pela janela do meu quarto, meu coração ardeu.
Quando eu olhei pela janela do meu quarto eu enxerguei a desigualdade.
Eu gostaria tanto de poder entender o que se passa no coração e na mente de um político. Há tantas perguntas que eu gostaria de fazer. Você também?

-> Senhor Governador, o que você sente quando ver crianças dormindo em cima de papelotes, na chuva, com fome e com frio? Quando não há ninguém para abraça-las e protegê-las do barulho do vento! Sem ninguém que possa dizer com sinceridade que ela pode dormir tranquila, que aquilo é só um sonho ruim e que amanhã quando ela acordar, tudo estará bem!? O que você sente?!
-> Gostaria de entender, Senhor Governador, de onde o Senhor tira fôlego para andar com a cabeça erguida enquanto há uma criança morrendo de fome no exato segundo em que o Senhor está desviando o dinheiro da merenda escolar.
-> Senhor Governador, enquanto você está embarcando a sua filha para estudar na Europa, há uma criança lavando o seu carro em troca de algumas moedas para ter o que comer no final do dia. O Senhor não acha que essa criança deveria estar estudando também? E se os papéis se invertessem? E se essa criança fosse a sua filha? Seu coração iria doer?
Senhor Governador, você já parou para olhar o mundo da janela do seu quarto?



O grande problema está na deslealdade de nossos líderes para conosco, mas a culpa não é exclusivamente deles. Não! A responsabilidade deles é nos representar, afinal, todo grupo precisa de um líder. O que não quer dizer que é dever deles cuidar sozinhos do mundo. Esse mundo é a nossa casa, o nosso lar. É o lugar onde vivemos os melhores momentos de nosso tempo, é onde aprendemos com a vida, onde nos machucamos, onde caímos e onde levantamos, onde choramos e onde damos gargalhadas. É onde somos felizes. É onde vivemos!
É TUDO NOSSO, GALERA!!!
Vamos deixar esse pensamento, de que um mundo desigual é culpa do governo, de lado. Nós temos que participar também.
Maravilhoso seria se a preocupação com a política fosse sempre como está sendo com as eleições. Mas eu enxergo isso como um passo dado à frente, como uma evolução. Nós estamos mais ativos, mais vivos, mais ligados. E isso não é um processo que se dá do dia para a noite, é um processo gradativo. Vamos continuar caminhando para um mundo melhor, porque nós podemos, sim, fazer isso. Basta querermos, todos juntos!
Vamos cuidar do nosso mundo também, gente! Nós temos direitos de sobra de reivindicar tudo o que acharmos que não está certo. As coisas que mudam são aquelas que permanecem em movimento constante.

OBS: Aos políticos honestos, agradeço de coração. E sei que existem, sim, os que desejam tanto quanto nós, um mundo longe de desamor. Estão em minoria, mas existem, e aos pouquinhos vão conquistando seu lugar no meio. 

Há um site (abaixo) que eu venho dando uma olhada há uns tempos, e que me interessei bastante. E eu indico para você, que gosta de política, e para você que detesta política, à abrir e ler, nem que seja só por alguns minutos.
Indico, também, o livro “Carregando o Elefante”, que inclusive está disponível nesse site e dá para baixar online. 


O que eu desejo para todos nós - todas as milhares de pessoas existentes no mundo - é que nossos corações se encham de amor todos os dias de nossas vidas e que nós possamos enxergar além de nossa própria vontade. Desejo  que nosso coração esteja tão cheio de amor, mas tão cheio de amor, que esse amor transborde para todos os lados, para todas as pessoas e para todas as coisas. Amor, amor amor! Sempre. 


COMO CONSERTAR O BRASIL?

Assistam!!?

“Você pode sofrer a dor da mudança ou sofrer por permanecer do jeito que é.” (Joyce Meyer)








Por: Raíssa Carneiro

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O Ika Moana não para!


Eu me lembro quando eu estava no começo desse ano sentada na minha prancha conversando com a Amanda sobre nossa vontade de viajarmos juntas pra algum pico irado!

Karla e Amanda indo fazer uma batera!

Pensamos em vários possíveis destinos para ir, até que decidimos Pipa! Depois dessa conversa, a empolgação só aumentava e os planos também! Até que decidimos chamar mais amigas pra compartilharem com a gente um momento que já estava sendo massa desde o começo.
De repente... Não só duas meninas, mas DEZ, toparam uma surf trip que, a princípio, seria apenas uma surf trip como qualquer outra. Mas não foi. O que começou como uma viagem entre amigas hoje é pra gente algo muito significativo e que ultrapassou nossas expectativas!

                                                                               Ikas

O Ika Moana além de viver esse sentimento maravilhoso de amizade e companheirismo, quer compartilha-lo com cada pessoa que também aprecia os bons momentos da vida e as coisas simples, assim como nós!
É por isso que na matéria de hoje eu quero partilhar com todos a alegria de mais um passo que o Ika Moana deu: Vamos lançar nosso segundo vídeo, só que dessa vez mostrando uma das melhores viagens que eu já fiz na minha vida: A surf trip para Itacaré- BA.

 Para a estreia do vídeo contamos com a grande parceria que fizemos com o Hugo e o Paulo, responsáveis pelas sextas blues, que acontecem às sextas feiras na barraca marulho. A parceria não poderia ser melhor! A festa tem tudo a ver com o estilo do Ika Moana!  As melhores bandas de fortaleza que tocam surf music fazem parte do repertório da festa, o qual pode ser apreciado por todos nós praticamente na beira da praia pra deixar o clima mais especial ainda! 

É nesse clima especial que nós convidamos todos a prestigiarem o material do nosso vídeo, que foi produzido com todo carinho pelo Mário Sabino! Além do vídeo, haverá exposição de algumas das fotos da viagem com o intuito de tentarmos passar mais ainda a experiência maravilhosa que vivemos por lá!
                                                                                             


           David Ávila e Banda tocando na Sexta-Blue!

Para a realização da festa contamos com o apoio dos nossos patrocinadores que também estarão presente: Pena, Praieiro, Academia B2 e D’cremosinho, bem como a contribuição dos apoiadores: R do Sol e Prateando Pratas.
Com eles, pudemos contar para preparar uma noite especial não só pra nós, mas pra todo mundo! É por isso que convidamosvocês pra comemorar com a gente mais um momento importante e inesquecível!  


O Ika Moana espera por vocês pra uma noite cheia de boas energias! Até lá!









Por: Karla Rabelo

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Bethany Hamilton, uma linda história de superação!

Nada melhor do que poder falar sobre uma pessoa que te inspira, e serve de exemplo de superação.  Bethany Hamilton, sem dúvidas significa tudo isso e algo mais pra mim, pois ela é o símbolo do verdadeiro amor ao surf.

Bethany Hamilton tornou-se uma fonte de inspiração para milhões de pessoas através de sua história de fé, determinação e esperança.

Nascida em  uma família de surfistas em 08 de fevereiro de 1990, na ilha de Kauai, no Havaí,  Bethany começou a surfar muito jovem. Na idade de oito anos, Bethany entrou em sua primeira competição de surf, o evento Rell dom Menehune em Oahu, onde ela venceu as duas divisões da placa de curto e longo prazo. Isto despertou um amor para a competição de surf dentro de seu espírito. 

Com treze anos, em 31 de outubro de 2003, Bethany foi atacada por um tubarão tigre de 14 metros enquanto navegava ao largo da costa Norte de Kauai. O ataque deixou Bethany sem o braço esquerdo.


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Depois de perder mais de 60% de seu sangue, e passar por várias cirurgias, Bethany recuperava-se com uma atitude incrivelmente positiva. Salva-vidas e os médicos acreditam que seu senso de água forte e fé em Deus ajudou a levá-la através do calvário traumático.
Milagrosamente, apenas um mês depois do ataque, Bethany voltou para a água para continuar perseguindo seu objetivo de se tornar uma surfista profissional.
Em janeiro de 2004, Bethany regressou à competição de surf; quinta colocação na divisão da Mulher Open desse concurso e continuou a participar de campeonatos e a destacar-se nas competições.
Pouco mais de um ano depois do atentado, levou o 1 º lugar na divisão da Mulher Explorer de 2005 NSSA Campeonatos Nacionais ganhando seu primeiro título nacional.
Em 2007, Bethany realizou seu sonho e se tornou profissional.Bethany desde então tem participado frequentemente pela ASP Tour Mundial como destaque conseguindo o segundo lugar na edição de 2009 do ASP World Junior Championships.


Desde que perdeu seu braço, a história de Bethany foi contada em centenas de meios de comunicação e ela tem sido reconhecida com numerosos prêmios, aparições em público e palestras diversas.
Em outubro de 2004, Bethany compartilhou sua história de vida em sua autobiografia intitulada Soul Surfer. O livro foi transformado em filme com o mesmo título e foi ser lançado em abril de 2011.
Quem quiser curtir o trailer do vídeo, aí está:


Através da plataforma de desporto profissional, Bethany tem sido capaz de tocar em um grande número de pessoas com a sua mensagem e acaba de lançar sua própria fundação, Amigos de Bethany , que atende aos sobreviventes de ataque de tubarão, amputações traumáticas, e serve para inspirar os outros através de sua história de vida, além de estar envolvida em várias outras campanhas de caridade.
Assim, ela nos inspira a ter perseverança sempre, nos encoraja a enfrentarmos nossos maiores medos,e nos ensina a nunca desistir do que ama, pois o que mais importa nessa vida é ser feliz!!!








Por: Amanda Rodrigues

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Paraíso Itacaré

Há alguns dias, retornamos de um paraíso. Paraíso este chamado Itacaré. Retornamos com a bagagem cheia de lembranças e memórias que, com certeza, ficarão marcadas para sempre no coração de cada uma. 

Estamos com as energias totalmente renovadas e o coração lavado com a água do amor e da harmonia.
Ficamos muito felizes em contar para essa viagem com a Pena Surf, que vicência esse mesmo espírito de liberdade, energia, estilo de vida... E gostaríamos de compartilhar com vocês um pouquinho de tudo isso.


Chegada - Aeroporto de Salvador
Saímos sexta-feira, dia 27 de julho, de Fortaleza, em direção à Salvador, onde chegamos e logo partimos rumo a Itacaré numa van da Brazil Trip Tour, companhia que muito nos ajudou durante toda a nossa estadia no lugar, com guias muito atenciosos e simpáticos, que, sem dúvida, viraram amigos, como todos que passaram pelo nosso caminho.

Raíssa na trilha

Ao chegar lá, fomos, de cara, super bem recebidas, na pousada Tô na Praia, pelo nosso amigo Ton Silva, que fez de tudo para nos deixar o mais a vontade possível, e nos fez sentir que éramos parte de toda a magia.


Para chegar em todas as praias que conhecemos, exceto a praia da Tiririca, onde podemos chegar diretamente, foi necessário passar por várias trilhas. São trilhas fantásticas, rodeadas de muito verde e natureza!


No primeiro dia fomos à praia da Prainha. A trilha pra chegar lá tem mais ou menos uma hora de duração, e no meio do caminho tem uma cachoeira linda, onde paramos pra tomar aquele banho refrescante pra continuar a caminhada... Ao chegar na praia, corremos pro mar, pois estávamos aziladas pra cair na água, vendo aquele mar tão diferente do que somos acostumadas, lisinho e com ondas de formação muito boa.. 


Surfamos lá pela manhã e a tarde, na volta, paramos na praia da Tiririca e caímos na água pra fazer aquele fim de tarde!



A noite jantamos na creperia Tio Gu, deliciosa!

Natália na esquerda da Jeribucaçu


No segundo dia, a trilha da vez era a que seguia com destino à praia de Jeribucaçu. Foi mais um dia de cabeça feita e altas ondas. Mas a melhor parte do dia mesmo foi o jantar, feito pelo nosso amigo Ton Silva, o dono da pousada Tô na Praia! Ele fez uma deliciosa moqueca de peixe com camarão, e o fotógrafo, Mário Sabino, também entrou no clima e preparou uma rodada de carne de sol com queijo. Enchemos o bucho com tanta delícia!





Nina, Raíssa e Diana

Lara na esquerda da engenhoca

Nos dois últimos dias, nos esbaldamos e fizemos a cabeça na praia da Engenhoca! Lá é tão bom que não conseguimos ir uma única vez! O visual é lindo, o mar perfeito, com ondas inacreditáveis, e é rodeado por mata atlântica e coqueiros... Foram dois dias muito marcantes, que deixou um super gostinho de quero mais em todas nós! 

Dandara rasgando a esquerda da engenhoca

Ikas e amigos

Fininho


Tudo em Itacaré é entorpecedor e contagiante. Era como se uma magia estivesse presente em todos os momentos vividos lá! Conhecemos pessoas tão incríveis, com um coração puro, olhar sincero, que só nos transmitiram paz e felicidade, como o candango Luis Paulo Zayat, conhecido como Fininho, que nos acompanhou em vários momentos da trip e nos deixou saudades!





Só temos a agradecer a todos que fizeram essa trip possível. Conhecemos lugares e pessoas que ficarão tatuadas em nossos corações para a vida inteira! Estamos satisfeitíssimas, de cabeças feitas e prontas para próxima trip! São de momentos como estes, que a vida é feita!

Última noite no Restaurante Espaço Brasil

Apoio: B2 Academia, Praieiro Lanches Leves, e D'cremosinho. 

Parceria: Pratiando e R do Sol


Fotos: Shot Up






Por: Nina Tajra